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República das Bananas

Aqui

A Polícia Municipal de Lisboa foi obrigada a afastar meia dúzia de elementos, que, esta terça-feira, interromperam o discurso do presidente da Câmara de Lisboa com estridentes «Viva a República das bananas».

 Munidos de seis bandeiras de Portugal e várias bananas, os elementos vestidos com adereços alusivos a várias profissões, irromperam pela Praça dos Município quando António Costa proferia o seu discurso oficial na varanda do edifício.

Dado o barulho que faziam com tambores e violas, os elementos dos Homens da Luta, que fazem um programa de televisão, foram prontamente afastados pela polícia municipal que os impediram de passar para a Praça. Estes cidadãos continuaram a gritar, mas agora na rua do Arsenal uma vez que as autoridades não os deixaram passar para a Praça do Município.

Neste momento, muitos populares que se encontravam a assistir às cerimónias do centenário da República, deslocaram-se para a rua do Arsenal para assistir aos protestos.

Uma aventura no ME

Por enquanto não me irei alongar numa teoria de conspiração senão saltam-me logo em cima e prefiro deixar as coisas andarem como estão.

Lembro da possibilidade afirmada pela DGRHE no dia 8 de Abril sobre a existência de uma solução informática que retirasse os efeitos da ADD até à data da publicação das listas provisórias, lembro do post que fiz dia 30 de Março que deixei no ar uma tentativa de ultrapassar quem efectivamente “MANDA” no Ministério da Educação.

Agora surge uma sentença do Tribunal Administrativo de Beja interposta pelo SPZS que exige ao Ministério a retirada dos efeitos da ADD na graduação dos professores condenando a Ministra da Educação pelo pagamento de uma coima por cada dia de atraso no incumprimento dessa citação.

Curioso o facto de Alexandre Ventura referir que o ME tinha 15 dias para responder a esta citação quando de facto o prazo estipulado para recurso são 5 dias.

Outras cronologias podem ser encontradas aqui.

É quase como aqueles que fazem hoje anos, mas escolhem o dia de amanhã para fazer a festa por ser uma sexta-feira.

Congelamentos

 

PSD não exclui apoio a congelamento de salários

Passos Coelho defende congelamento de salários

 

 

Vítor Constâncio
 
 
Final do sistema de quotas na avaliação e a recuperação dos dois anos e quatro meses de carreira que foram congelados.
Pode estar à vista uma nova luta, já que só o Bloco de Esquerda (BE) e o PCP dizem abertamente que vão defender estas reivindicações que teriam consequências na avaliação de toda a administração pública (AP), enquanto os restantes partidos também não fecham a porta.
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É fácil ser demagógico.
Começo a perceber o porquê de a FENPROF ter assinado o acordo.
Levar a luta política para a rua, exigindo para toda a função pública ganhos idênticos ao da classe docente.
Será o slogan do dia 5 de Fevereiro?
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Fica aqui uma proposta parva, mas se calhar mais eficaz.
– A cada ano que o valor do aumento seja inferior à inflação desse ano será recuperado tempo de carreira pelos funcionários públicos em 1 mês por cada décima falhada.
Num instante eram recuperados os 28 meses.
 
 

“Homens de Luta”

Homens de luta

Dia 1 do XVIII Governo Constitucional.

 

Segundo a subcomissária Carla Duarte, porta-voz do Cometlis, citada pela agência Lusa, os dois humoristas, conhecidos como «Homens da Luta», estavam a «perturbar uma cerimónia de um órgão de soberania», pelo que foram levados para identificação, por não estarem reunidas as condições para serem identificados pela polícia naquele local.

No entanto, várias testemunhas afirmam que os humoristas, que encarnam a dupla Neto e Falâncio, foram levados à força para o interior de uma carrinha celular da PSP, depois de terem surgido na entrada do Palácio da Ajuda quase ao mesmo tempo do que o Presidente da República, Cavaco Silva, e o primeiro-ministro, José Sócrates.

Durante cerca de meia hora, enquanto já decorria a cerimónia oficial de posse do novo Governo socialista e o discurso do Presidente da República, os «Homens da Luta» gritaram ao megafone «Sócrates amigo, a luta está contigo».

 

«Não fomos protestar, fomos dar o nosso apoio a José Sócrates. Os ‘homens da luta’ votaram no José Sócrates porque ele é o melhor primeiro ministro da luta que há desde o Vasco Gonçalves, em 1975»,

Ora toma.

Promessas

Em post que coloquei no Blog do Paulo Guinote sugeri uma peregrinação a Fátima no dia 5 de Outubro (Dia Internacional do Professor) caso o PS perca as eleições de dia 27 de Setembro.

A carga simbólica de uma concentração de professores no fim de semana seguinte a uma derrota do PS seria a forma de a escola portuguesa (não apenas pública) ter uma esperança de mudança e de salvação.

A força de todos servirá para marcar um novo rumo e uma nova vida.

Dia 5 de Outubro espero estar em Fátima.

Agrupamento de escolas das Marinhas

Exmos. Senhores,

 

Com conhecimento a: Plataforma Sindical dos Professores, E.A.E de Barcelos, D.R.E.N. do Norte, Ministério da Educação, Primeiro Ministro, Presidente da Conferência Episcopal, Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Vereadora da Educação e da Cultura da Câmara Municipal de Esposende, Governador Civil de Braga, Gabinete da Presidência da República, Associação de Pais do Agrupamento, Provedor da Justiça, Procurador Geral da República, Todos os Agrupamentos do Concelho de Esposende.

 

Na reunião do dia 15, os Docentes do Agrupamento Vertical das Escolas das Marinhas, após análise do Memorando de Entendimento entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical dos Professores, e o Projecto de Moção para o dia D, tomaram as seguintes posições:

1-      Rejeitaram liminarmente o Memorando de Entendimento.

2-       De todos os docentes presentes (num total de 77), na reunião, votaram a favor do Projecto de Moção 69 docentes, abstiveram-se 5 e votaram contra 3.

O projecto de Moção foi maioritariamente votado a favor, apesar de ter sido considerado insuficiente na defesa dos interesses e direitos dos docentes. Como tal, 86 docentes deste Agrupamento (num total de 134) subscreveram a Tomada de Posição, esta sim vinculativa da sua opinião, a qual deverá ser levada em linha de conta nas futuras posições da Plataforma.

Segue em anexo o documento elaborado pelos docentes deste Agrupamento.

 

 

Tomada de Posição do Agrupamento de Escolas das Marinhas

Não podemos parar (Actualização definitiva) – Reencaminha !!!!!!!

 Não podemos parar (Actualização definitiva) – Reencaminha !!!!!!!

Dia 14 de Abril (2ª feira) vamos PROTESTAR

Em todas as capitais de distrito do Norte

BRAGA – 21H00 – Avenida Central

BRAGANÇA – 21H00 – Praça Cavaleiro Ferreira

PORTO – 19H00 – Praça da Liberdade

VIANA DO CASTELO – 21h00 – Praça da República

VILA REAL – 19H00 – Praça do Município (Câmara Municipal)

Concentração de Professores e Educadores

 

Dia 15 de Abril – DIA D – vamos DEBATER

Em simultâneo em todas as Sedes de Agrupamento e Escolas Secundárias do País – 08:30h

 

DEBATE NACIONAL SOBRE O ESTADO DA ESCOLA PÚBLICA

 

Dispensa de serviço ao abrigo da Lei Sindical – sem qualquer implicação, designadamente: carreira, concursos, avaliação e remuneração.

 

Vamos parar todas as escolas do País, a tua participação é fundamental.

Passa a palavra


Plataforma Sindical de Professores

Dia D – 15 Abril

Foi definido pela plataforma sindical o Dia D e elaborado um guião – Dia D, dia decisivo para a luta contra as políticas deste ministério e em defesa da escola pública.

Não creio que um 15 de Abril possa de alguma forma tornar-se tão decisivo como o verdadeiro 6 de Junho, não é por acaso que assinalo este dia como o verdadeiro Dia D, para mim o 6 de Junho foi a decisão de uma vida pessoal, foi nesse dia (no mesmo ano que Armstrong pisou solo lunar) que a minha mãe me colocou a respirar o ar imensamente poluído da Rua Martires da Liberdade no Porto.

Voltando ao 15 de Abril, se a organização deste dia esta em marcha resta-me aguardar pela mobilização nas escolas na promoção de um evento que alargará a muitos que não sonhavam participar na dinamização de lutas e de reuniões de índole político-sindical para ver no que vai dar.

Será disponibilizado um inquérito a ser preenchido por todos os participantes de forma a tornar vinculativas as decisões dos vários sindicatos na área da educação.

Assim, esperemos que a mobilização para a participação seja bastante elevada e que os docentes nas escolas consigam continuar a luta até ao triunfo final.

Eu estou pronto para mobilizar 30 agrupamentos e secundárias, mas não me chegam os dedos de todos os membros para os distribuir por cada um, ficarei a aguardar a vontade de todos e ver no que isto vai dar.