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Teremos um PM radical?

Sócrates acusa Rangel de «radicalismo», «uma doença muito infantil»

O primeiro-ministro acusou Paulo Rangel de «fazer carreira política com base no radicalismo». Em Bruxelas para uma reunião dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia, acrescentou que radicalismo é «uma doença muito infantil da política».

O eurodeputado do PSD acusou no Parlamento Europeu, há dias, o Governo português de tentar condicionar a acção da comunicação social. «Percebo muito bem que fazer essa declaração em Estrasburgo era o primeiro passo de uma candidatura interna», disse José Sócrates, esta quinta-feira.

«Há pessoas que acham que devem fazer carreira política com base no radicalismo e quando mais radicais melhor», atirou, citado pelo Público. «Pois eu acho que isso do radicalismo é uma doença muito infantil da política. A nossa política precisa é de moderação e de responsabilidade», concluiu.

Bem vistas as coisas, prefiro um radical a Primeiro Ministro do que alguém que se auto-intitula como responsável. Se calhar até se acha honesto, fiável e cumpridor.

Lá se vai uma carreira

Ireland votes No to Europe

Ireland has voted No to the Lisbon Treaty, plunging the European Union into a new crisis.

With results coming in from across the country, a final result of 52 per cent against and 48 per cent in favour of the treaty was rapidly hardening. A final declaration is not expected until after 4 pm.

The Lisbon Treaty, the reworked successor to the formal constitutional pact dumped by voters in France and the Netherlands in 2005, officially needs the approval of all 27 EU member states. But only in Ireland has it been put to a popular vote, meaning today’s result may have far-reaching consequences for the entire bloc.

Barely two hours after the count began today, the No camp had already started celebrating, while senior Fianna Fail strategists privately and glumly conceded their defeat.

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Isto no dia seguinte ao Primeiro Ministro José Sócrates ter dito que o tratado era fundamental para a sua carreira política.

Fita-cola para calar… Sócrates

fita cola

No dia que a fita-cola tornou-se publicamente num instrumento de punição encontro uma campanha publicitária onde o nosso PM faz uso desse plástico colante para promoção da imagem política.

É uma campanha publicitária inovadora e que já somou prémios. Uma das figuras é José Sócrates, não necessariamente pelos melhores motivos.Aproveitando uma frase pouco feliz do primeiro-ministro («cada um de vós dará o seu melhor para um país mais justo, para um país mais pobre»), a Heads Propaganda, de Curitiba (Brasil), decidiu colocar uma fita-cola, da marca Tesa, em cima da sua boca, para demonstrar que, por vezes, os políticos deviam tapar a boca. Segundo a revista Meios & Publicidade, esta publicidade será mesmo apresentada no Festival de Publicidade de Cannes.Mas, para além de Sócrates, surgem outras figuras e as suas correspondentes gaffes. São os casos de George W. Bush, Hugo Chavez, Silvio Berlusconi, Lula ou a polémica ministra do turismo, Marta Suplicy.A campanha foi lançada na imprensa brasileira em Janeiro e cativou o meio publicitário, que se apressou a colocá-la entre as melhores do ano, tendo recebido mesmo o Prémio Colunistas do Brasil.

«Decidimos juntar algumas asneiras que os políticos dizem e ligar isso com o produto. Começámos a procurar políticos e o primeiro que nos apareceu como óbvio foi o Bush por ser o campeão da bobagem», explicou Paulo de Almeida, director de arte da campanha.

E esta, hein?

Não sei se ria ou se chore

O Partido Socialista (PS) português entregou nesta sexta-feira, no Parlamento, um projeto de lei que regula o funcionamento dos estabelecimentos que fazem tatuagens e aplicam piercings, proibindo a sua aplicação na língua.O projeto também estabelece a proibição da aplicação de piercings, tatuagens e de maquiagem definitiva em menores de 18 anos.O PS justifica o projeto alegando que a adoção de um regime para a instalação e o funcionamento dos estabelecimentos de colocação de piercings e tatuagens tem como principal objetivo a definição de um “quadro de referência de qualidade”, que constituirá “fator de proteção dos consumidores e de informação para os profissionais”.Segundo o projeto de lei, apenas serão permitidas a colocação de piercings e a realização de tatuagens em salões especializados. As exceções se aplicam aos furos para brincos, que podem ser feitos em joalherias, e a maquiagem definitiva, cujo procedimento pode ser realizado em institutos de estética, conforme a legislação já em vigor.

No projeto de lei, também são definidos os tipos de jóias que podem ser utilizadas na fase de cicatrização da ferida, que obrigatoriamente devem ser hipoalergênicos, assim como as peças autorizadas após a fase de cicatrização.

Caso aprovado, o projeto também proíbe a aplicação de piercings na “língua e no pavimento da cavidade oral”, na proximidade de vasos sanguíneos, de nervos e de músculos ou sobre quaisquer tipos de lesão cutânea.

Também serão proibidas a aplicação de piercings de prata e folhados a ouro e a utilização de “pistolas de perfuração da orelha e da asa do nariz que não estejam higienizadas e equipadas com dispositivo descartável”.

Sobre as tatuagens, o projeto de lei estabelece que as tintas utilizadas devem ser esterilizadas, sendo que as embalagens dos preparados de tintas devem estar devidamente rotuladas.

“Nas atividades de tatuagens e de maquiagem são apenas permitidas agulhas estéreis, de uso único e descartável”, reitera o projeto.

Por último, passa ainda a ser obrigatório que piercers e tatuadores informem ao consumidor “previamente e por escrito” sobre todo o procedimento, a natureza dos produtos e as possíveis conseqüências da colocação de um piercing ou da realização de uma tatuagem, “dando-lhe oportunidade para que possa refletir sobre o assunto”.

Erro? Afinal quem errou?

No debate quinzenal na Assembleia da República de hoje assistimos a mais uma das muitas mentiras do Primeiro Ministro no que respeita à educação.

Então depois de ser questionado por Santana Lopes sobre a avaliação de professores e do «caos» que se vive nas escolas, o Engº teve a distinta lata de responder que as reformas na educação são para levar adiante: «Há um erro que este Governo não vai cometer, que é não avaliar os professores, como aconteceu nos últimos 30 anos».

Ninguém, mas mesmo ninguém sabe na oposição que os professores são avaliados desde 1992, com o decreto regulamentar 14/92 de 4 de Julho alterado pelo decreto regulamentar 11/98 de 15 de Maio?

Ninguém, mas mesmo ninguém sabe que existia uma prova de acesso ao 8º Escalão que outro Engº socialista resolveu eliminar como troca de votos para o próprio PS?

O Presidente da República devia puxar as orelhas ao Primeiro Ministro pois foi durante a sua governação enquanto Primeiro Ministro que foi criado o primeiro sistema de Avaliação de Professores.

O que Sócrates vai responder a Portas?

É hoje o dia em que Paulo Portas vais questionar Sócrates no debate quinzenal da Assembleia da República.

Aqui esta a pergunta à espera de resposta

«O senhor primeiro-ministro imagine que é professor, tem uma turma de 30 alunos, uma parte não sabe a matéria e não tem conhecimentos para passar. O que é que faz o senhor primeiro-ministro? Dá notas artificialmente ou defende a verdade escolar e pode ficar prejudicado»

No meu ponto de vista Sócrates pensa que os alunos não precisam do conhecimento para passar. Estou um pouco ansioso, é verdade, para perceber se ele dirá isso claramente ou se utilizará uma artimanha qualquer para evitar a resposta.

Sócrates