Lógica da batata
Pois é. Ando há bastante tempo a pensar nesta lógica da batata.
É uma lógica sem muito lógica, mas que no fundo pode ser uma alternativa ao travão imposto por MLR e com continuidade em IA no que respeita à efectiva contagem de tempo para posicionamento na carreira.
Agora que temos o projecto de alteração ao ECD, bem como a portaria de vagas e o despacho do factor de compensação vou lançar esta minha lógica.
Iniciei funções em 1/9/93, congelei entre o dia 30 de Agosto de 2005 e o dia 31 de Dezembro de 2007, no fim do ano lectivo 2010 tenho contabilizados cerca de 14 anos e 8 meses de serviço.
Pelos sucessivos travões encontro-me no 3º escalão e só subirei ao 4º em 31 de Dezembro de 2011.
Se porventura todo este tempo fosse contabilizado estava situado no 4º escalão e no ciclo avaliativo contingentado.
A minha lógica é esta:
Renunciar ao meu lugar de quadro em 2011 e concorrer no concurso externo ao meu grupo de docência no concurso previsto para 2011/2012.
Caso obtenha lugar de quadro, ao abrigo do número 3 do artigo 36º saltaria para o 4º escalão adiantando 4 anos na carreira.
Valerá a pena o risco?

Grande ideia!!!
21 Fevereiro, 2010 ás 9:04 pm
Com a exoneraçao do meu lugar a vaga deveria ser recuperada. Com muita sorte podia ficar em lugar de quadro na mesma escola.
21 Fevereiro, 2010 ás 10:41 pm
Pois, mas corres riscos,penso eu.
22 Fevereiro, 2010 ás 6:50 pm
É um risco… mas é uma ideia genial.
22 Fevereiro, 2010 ás 6:57 pm
E se todos seguissem a tua ideia?
22 Fevereiro, 2010 ás 7:19 pm
A exoneração acarreta a penalização de, durante 1 ano lectivo, estar impedido de prestar funções em qualquer estabelecimento público. Sendo assim…se pedir a exoneração está automaticamente impedido de concorrer no concurso previsto para 2011/2012 para além de perder um ano de tempo de serviço.
22 Fevereiro, 2010 ás 9:39 pm
Não existe lei que penalize esta situação.
Até poderia pedir exoneração de lugar de quadro no dia 31 de Dezembro, candidatar-me a contratação de escola no dia 2 de Janeiro ao lugar por mim deixado vago e concorrer no concurso externo como contratado.
Nota: Lembro que estou a fazer um exercício para demonstrar o absurdo da não consideração do tempo de serviço para a transição entre modelos de carreira.
22 Fevereiro, 2010 ás 10:17 pm
Esta situação aconteceu-me “sem querer” em 1989/1991.
Em 1989 pedi exoneração. Entretanto, a contagem do tempo de serviço foi congelada, embora lhe tenham chamado outra coisa.
Quando regressei ao serviço, em Setembro de 1991, mantive o tempo de serviço que tinha no momento do pedido de exoneração e que era real. Os colegas que estavam a trabalhar tinham, em 1991, o mesmo tempo de serviço que eu tinha sem ter estado a dar aulas nesses dois anos. Só que o deles era um faz-de-conta.
22 Fevereiro, 2010 ás 11:43 pm