Divulgação de Projectos

     Boas amigos.
     Este ano tenho um novo projecto cá na escola e preciso que me ajudem a divulga-lo.
     Peço apenas que visitem o nosso myspace e reenviem aos vossos contactos.
     Obrigado.
     http://www.myspace.com/grupovocaleb23maia

Anúncios

Tomada de Posição – Agrupament​o Escolas Maximinos (Braga)

Vimos pelo presente solicitar a V. Exas. a divulgação da seguinte nota informativa:
Realizou-se ontem, dia dezasseis de Março de 2011, o Conselho Pedagógico do Agrupamento de Escolas de Maximinos. Neste Conselho Pedagógico, foi apresentada uma tomada de posição dos Professores do Agrupamento, sobre a Avaliação do Desempenho Docente.
Esta tomada de posição, subscrita em forma de abaixo-assinado, contou com a adesão de 211 (duzentos e onze) professores num universo de 254 (duzentos e cinquenta e quatro), correspondendo portanto a 83 % (oitenta e três) dos professores do Agrupamento.
O Conselho Pedagógico aprovou a tomada de posição, exigindo também a quem de direito que seja promovida, o mais breve possível, uma discussão séria e alargada sobre a avaliação do desempenho docente, com vista a encontrar um modelo consensual, não burocrático, justo, que seja possível aplicar sem causar prejuízos ao normal funcionamento das escolas, visando a melhoria do serviço educativo público, a dignificação do trabalho docente, promovendo, deste modo, uma escola de qualidade.Aprovou também que internamente, se dê início a um amplo debate sobre o processo de avaliação docente, para que venha a ser tomada uma posição ao nível de Escola/Agrupamento e ainda, que sejam estabelecidos contactos com as outras Escolas e Agrupamentos do concelho de Braga a fim de articular uma atitude conjunta. Para este efeito ficou de ser criado um grupo de trabalho
O documento em referência, que remetemos em anexo, para conhecimento de V. Exas., solicitava ainda, ao Sr. Presidente da CAP do Agrupamento de Escolas de Maximinos, que do mesmo desse conhecimento a um conjunto de individualidades e instituições.
Com os melhores cumprimentos, os professores
                                               Alexandre Trindade, Carlos Fontes, Gracinda Castanheira
 
TOMADA DE POSIÇÃO – AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MAXIMINOS (BRAGA)

Miguel Tiago lança um aviso na Assembleia da República

O Miguel Tiago, no dabate de hoje na Assembleia da República, afirmou que o Ministério da Educação está a transmitir informações orais às escolas para prepararem o ano lectivo 2011/2012 sem o par-pedagógico na disciplina de EVT.

A serem correctas estas afirmações é caso para dizer que o Kadafi está em Portugal.

http://80.251.167.42/videos-canal/XI/SL2/01_pln/20110317pln.wmv (minuto 52:22)

David Justino defende menos burocracia na escola

No seguimento dos seminários que a FNE está a realizar, hoje em Lisboa David Justino defendeu mais confiança nos professores e menos burocracia na escola.

Durante um debate promovido pela Federação Nacional da Educação (FNE), em Lisboa, o ex-governante considerou que é preciso “começar a desdramatizar” e que a “descompressão” passaria muito por os professores sentirem “maior confiança relativamente à forma como trabalham, como são avaliados e como avaliam” os alunos.

“Seria muito interessante podermos pensar que um dos pontos nevrálgicos que tem a ver com o modelo de avaliação dos professores pudesse ser superado. Isso seria um passo importante relativamente a esse voto de confiança nos professores”, afirmou.

David Justino exemplificou que esse voto de confiança poderia traduzir-se “numa carga menos burocrática na avaliação”.

O ex-titular da pasta da Educação recordou que nas muitas conferências que tem dado em escolas é sempre interrompido, “com palmas”, quando fala no excesso de burocracia no trabalho dos professores: “Até já nem uso muito (o caso) para não parecer que estou a aproveitar-me da desgraça dos outros”.

O professor defendeu uma discussão, sem pressa e com a participação de toda a sociedade, “num processo sustentado” que leve a uma reflexão sobre o que o país quer para a Educação.

“É a falta de sentido de futuro que limita a eficácia das próprias políticas”, sustentou.

Para David Justino, sem visão de futuro não existe previsibilidade e a confiança dos parceiros morre.

“Quando vou fazer uma viagem não sei qual é a rota que o comandante está a seguir. Confio, mas só tenho confiança no comandante se souber onde é que ele vai aterrar”, ilustrou.

O debate que defende não tem necessariamente de conduzir a uma nova Lei de Bases, como defende a FNE. O sociólogo avisou que os problemas não se resolvem criando leis em série, como os políticos tendem a fazer.

“Há uma grande tentação: quando há um problema cria-se uma lei”, criticou David Justino, acrescentando que o fundamental é que haja reflexão para os parceiros se pronunciarem, sem preconceitos ideológicos.

E reafirmou: “só com ideologia não se conseguem resolver os problemas. Temos de saber que educação queremos para os próximos 15 a 20 anos”.

“Devíamos projectar a educação para depois de 2025 e não conheço nenhum estudo sobre isso”, lamentou, referindo que uma criança que entre agora no sistema de ensino aí permanecerá, em média, 15 a 16 anos.

David Justino lamentou também que Portugal seja dos países com menor carga horária nos “saberes fundamentais” (matemática, português e ciências).

“O projecto para a Educação em Portugal é um projecto do país, não é dos partidos, nem dos ministros, nem dos sindicatos. Se for assim não vamos a lado nenhum”, avisou.

No final do debate, o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, insistiu na revisão da Lei de Bases do Sistema Educativo, com ligação à formação profissional, e em leis claras.

O responsável da FNE reiterou igualmente que as opções orçamentais “não podem pôr em causa a qualidade pedagógica” do serviço prestado.

Deputados vão à escola…

… para ver que aulas de EVT têm de ter dois docentes

Professores tentam provar que o corte implicará acabar com a disciplina no ensino básico
 
Uma aula de Educação Visual e Tecnológica (EVT) não tem nada de convencional. Os miúdos sobem em cima das cadeiras e das mesas, não param quietos, mas não se pode dizer que sejam mal comportados. Construir gigantones de meio metro de altura com tiras de cartolina, folhas de jornal, cola e agrafos é tarefa que não se faz sentado e muito menos com as mãos nos bolsos. O trabalho exige a coordenação de toda a equipa e vigilância constante de Carlos Charrua e Cristina Freire, os dois professores da Escola Básica Francisco Arruda, em Lisboa, que saltitam de mesa em mesa, corrigindo os alunos que se organizaram em cinco grupos.

Um professor não chega, são precisos dois para por ordem na sala. Foi isso que a Associação Nacional de Professores de EVT quis demonstrar ao desafiar ontem os deputados da comissão parlamentar de educação a assistir a uma aula onde lápis, cadernos e manuais escolares são substituídos por tesouras, agrafadores ou x-actos. José Manuel Rodrigues e Michael Seufert (do CDS-PP) e Miguel Tiago (PCP) aceitaram o convite e estiveram na Escola Básica Sophia de Mello Breyner Andresen (Amadora). Ana Drago, do Bloco de Esquerda, esteve na Escola Francisco Arruda, em Alcântara. Foram ver de perto como é o trabalho destes professores que desde o início do ano tentam provar que a ministra da Educação não tem razão quando quer reduzir o número de docentes de Educação Visual e Tecnológica.

No início deste mês, a oposição suspendeu o decreto-lei que extinguia a Área Projecto, limitava do estudo acompanhado só para os alunos com dificuldades ou acabava com os pares pedagógicos na disciplina de EVT. Mas essa medida não chega para sossegar os professores, até porque a ministra Isabel Alçada “já disse por diversas vezes que não vai desistir de implementar as alterações curriculares, justificando que em causa está uma despesa de 43 milhões de euros”, avisa Ana Drago.

E, por esta razão, os professores insistem em mostrar o seu ponto de vista. Não é só porque estão em risco cerca de sete mil postos de trabalho, esclarecem, mas porque a disciplina só com um professor passa a ser “outra coisa qualquer” que não EVT. “Teríamos de deixar de lado os trabalhos que implicam construções ou uso de instrumentos perigosos e transformar a disciplina em aulas de mera observação e desenho”, conta Carlos Charrua. K. C.

Imagens da aula de EVT assistida pelos deputados do CDS-PP e PCP

Imagens da aula de EVT assistida pela deputada Ana Drago, do BE

Comunicado APEVT de 16 de Março (Com texto de apoio e a contextualizar as actividades e visita, com fotografias)

A falta de tempo vai dar nisto

Governo sem solução para revisão curricular do ensino básico

A ministra da Educação, Isabel Alçada, admitiu que não tem ainda nenhuma solução que permita levar por diante a revisão curricular do ensino básico e que a resolução dessa questão depende agora dos partidos da oposição.

Eu até estaria disposto a dizer qual seria a solução para as alterações curriculares que Isabel Alçada propunha. A solução é bastante simples e podia ser feita sem grandes alaridos, mas só a digo depois do dia 25.