Alçada, o frango sem cabeça

Ministra diz que reorganização do ensino básico foi apenas adiada

Uma história verídica que me faz lembrar os momentos que estamos a viver.

Em 10 de setembro de 1945, o fazendeiro Lloyd Olsen, de Fruita, Colorado, recebeu sua sogra para o jantar, e foi procurar um frango para sua esposa preparar. Olsen não decapitou completamente a ave, de cinco meses e meio, que veio a chamar de Mike.

Não completamente certo sobre o que fazer com a sua cabeça, Olsen na primeira noite após a decapitação, deixou que Mike dormisse com ela sob sua asa; diante do fato, Olsen resolveu suspender aquele jantar.[carece de fontes?]

Apesar do trabalho mal feito por Olsen, Mike, agora sem cabeça, podia ainda se balançar em uma vara e andar desajeitadamente. Como a ave não morreu, Olsen decidiu continuar a cuidar dela, alimentando-a com uma mistura de leite e água usando um conta gotas, foi alimentado também com pequenos grãos de milho. Infelizmente, ocasionalmente Mike ficava afogado em seu próprio muco, que a família Olsen removia usando uma seringa.

Quando se acostumou com seu novo e incomum centro de massa, Mike podia facilmente alcançar os poleiros mais elevados sem cair. Seu cantar, entretanto, consistia em um som gorgolejante feito em sua garganta.

O fato de não ter cabeça não impediu Mike de ganhar peso; quando perdeu sua cabeça, tinha pouco mais de um quilogramas de peso, e quando morreu, já pesava três quilogramas.

A portaria inútil

Foi publicada hoje a Portaria 95/2011 que regulamentaria o funcionamento do Estudo Acompanhado.

Fiquei a saber que a solução apresentada pelo Ministério de Educação era colocar o Estudo Acompanhado no final do horário lectivo dos alunos, podendo estar em acompanhamento de um professor alunos de mais do que uma turma.

O curriculo de muitos alunos do 1º ciclo ficaria reduzido a 23 horas e 30 minutos.

Ainda bem que as alterações curriculares foram chumbadas, pois iriamos pela primeira vez desde que há memória ter um currículo não universal que violaria os princípios constitucionais.