Continua a incerteza sobre a eliminação do par-pedagógico de EVT


Cavaco promulgou diploma que extingue Área de Projecto

De acordo com a notícia do jornal público, percebe-se que algumas das recomendações do CNE no seu plenário de dia 14 de Dezembro foram tidas em conta no diploma aprovado em Conselho de Ministros do dia 25 de Novembro.

Curioso a forma como se ouve um órgão depois de aprovado um diploma.

Não se sabem ainda quais as recomendações acatadas, continuo esperançado que a contabilização dos professores de EVT tenha tido um efeito dissuasor para a eliminação do par-pedagógico.

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4 thoughts on “Continua a incerteza sobre a eliminação do par-pedagógico de EVT”

  1. Acho preferível ficar um professor em vez de um par e que não haja tanta penalização nos horários de trabalho. Vamos deixar dois professores a lecionarem uma disciplina para e depois para cortarmos na despesa termos de passar 35 horas na Escola?

    1. Quem não conhece o ritmo de trabalho nesta disciplina até pode achar um luxo existir dois professores na sala de aula.
      Mas não. Admito que numa ou noutra aula mais expositiva se possa dispensar o par-pedagógico. Contudo as aulas expositivas representam menos de 10% das aulas dadas ao longo do ano.

      O valor de 7000 professores de EVT que seriam dispensados com a eliminação do par-pedagógico não inflaccionam o horário de trabalho de todos os professores do Pais de forma a terem de cumprir as 35 horas de trabalho na escola. Em contas por alto deve dar para cada um de nós cumprir mais 10 ou 15 minutos de trabalho por semana.

      O valor de 7000 professores num ano, segundo Teixeira dos Santos, serve para compensar uma derrapagem de um concurso público qualquer.

    2. Olá manel! Vejo que só tens olhos para o teu umbigo, espero que sejas o próximo afectado por estes cortes desmedidos, para veres o que dói ser enganado.
      fica bem com a tua consciência.

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