E os outros cortes não precisam de negociação?


Directores contra a forma como se estão a processar “cortes”

A Federação Nacional de Professores considerou ontem “ilegal” a aprovação, em Conselho de Ministros, do decreto-lei regulamentar que determina cortes nos suplementos remuneratórios e nos prémios de desempenho para dirigentes das escolas, por aquele não ter sido negociado com os sindicatos.

Os directores também ficaram desagradados com a forma como o processo foi conduzido e, para se baterem “por outras matérias”, estudam a possibilidade de fundir as duas associações que os representam.

Sujeitos pelo Governo ao dever de confidencialidade – assinalada em todos os documentos levados a debate -, os directores que constituem o Conselho de Escolas (CE) também tiveram dois dias de surpresas.

Mais um MEGA e outro dever em execução.

Logo que encontre a tabela definitiva publico-a aqui, contudo pelas palavras de João Mata podemos já prever como fique.

O secretário de Estado da Educação acrescentou ainda que os três escalões que se encontravam em vigor passarão a sete, com uma progressão de 300 em 300 alunos.

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