Recomendações CCAP


Mesmo antes da hora mudar e do limite do prazo para pedido facultativo de aulas assistidas e entrega de Objectivos Individuais, eis que surge a recomendação nº 6 da CCAP.

Deliciem-se com grelhas para Observação da actividade docente fora da sala de aula e com Portfólios que apesar de, em rigor, estes não constituírem instrumentos de registo, interessa sublinhar a sua importância para a sistematização e organização da informação recolhida e o papel que podem desempenhar, quer para fundamentar a avaliação sumativa, quer para facilitar a avaliação formativa no âmbito do desenvolvimento profissional docente.

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6 comentários a “Recomendações CCAP”

  1. Eu tenho uma dúvida: Será que eles ACREDITAM que tudo isto é exequível, resultando numa classificação arredondada à décima?

  2. Não é só arredondamento às décimas. Pelo menos no que respeita ao acesso ao 5ºescalão, a nota final deve ser arredondada às centésimas e se necessário até às milésimas….
    Que palhaçada é esta? Já não nos basta estarmos a meio de um ciclo avaliativo de uma avaliação injusta com consequências negativas imediatas, temos ainda de levar com os normativos todos nesta altura?!

  3. O Decreto regulamentar 2/2010 só fala em classificações até às décimas (quadro apresentado com a correspondência das notas). A portaria que se conhece, apenas em projecto, fala em arredondamento até às centésimas e se possível até às milésimas, o que por si contraria o diploma legal.

  4. No fim do prazo da entrega de requerimento para aulas assistidas, sinto-me um gladiador romano, que por força da lei (mudaria para o 5º escalão ainda este ano civil…) prestes a entrar num jogo onde quase todos saiem a perder…

    “Gladiador era um lutador escravo treinado na Roma Antiga. O nome “Gladiador” provém da espada curta usada por este lutador, o gladius (gládio). Eles se enfrentavam para entreter o público, e o duelo só terminava quando um deles morria, ficava desarmado ou ferido sem poder combater. Nesse momento do combate é que era determinado por quem presidia aos jogos, se o derrotado morria ou não, frequentemente influenciado pela reacção dos espectadores do duelo. Alguns dizem que bastava levantar o polegar para salvar o lutador, outros dizem que era a mão fechada que deveria ser erguida.

    Entretanto alguns estudos relatam que nem sempre o objectivo era a morte de um dos gladiadores, haja vista, que isso geraria ónus para o estado romano. Argumenta-se que o principal objectivo era o entretenimento da plateia. Faziam parte da política do “pão e circo” (panis et circencis). “

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