OECD conference in Lisbon 3-4 April 2008

Tertiary Education for the Knowledge Society: OECD conference in Lisbon 3-4 April 2008

02/04/2008 – In today’s knowledge-driven global economy, tertiary education is more important than ever to help countries achieve their economic and social goals. Education authorities from around the world will meet at an OECD conference Lisbon on 3-4 April 2008 to discuss how to ensure that tertiary education systems best serve these wider public purposes.

The conference will coincide with release of the final report of the OECD Thematic Review of Tertiary Education, a three-year study of tertiary education policies in 24 countries. There are increasing demands on tertiary education nowadays to satisfy the needs of the economy and society, to become more accountable and to build closer links with a range of stakeholders. Tertiary education must adapt and rise to the challenge. The report provides a wide range of options for policymakers to consider in their national context. Among its recommendations: an outward focus for institutions, with greater autonomy and diversity; public funding with appropriate cost-sharing; and national strategies to respond to the growing internationalisation of tertiary education. An overview of the report, Tertiary Education for the Knowledge Society, outlines major trends, challenges and policy directions for tertiary education.
The Lisbon conference, organised under the sponsorship of  the Ministry of Science, Technology and Higher Education of Portugal, will bring together government officials, academics, representatives of tertiary education institutions and other stakeholder groups to discuss the report’s key findings and how to apply them at the national level. The conference is locally organised by the Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), a public university based in Lisbon.

The Minister of Science, Technology and Higher Education of Portugal, José Mariano Gago, and OECD Deputy-Secretary General, Aart de Geus, will open the conference. Keynote addresses will be given by Professor Andreu Mas-Colell, of Universitat Pompeu Fabra, on the role of tertiary education in achieving the economic and social goals of countries, and by Professor Nicholas Barr of the London School of Economics, on financing tertiary education to promote quality and access. Workshop sessions will address a range of specific policy challenges, including: funding tertiary education, assuring and improving quality, achieving equity, enhancing the role of tertiary education in research and innovation, and strengthening ties with communities and the labour market. The full details of the programme are available here.

The conference will be open to the media. For further information and to obtain a copy of the full report, journalists are invited to contact  Susan Copeland, OECD Directorate for Education ( tel. + 33 1 45 24 97 34). 

See more details on the OECD Thematic Review of Tertiary Education.

Operação de cosmética

Na dia de ontem assistimos a duas operações de cosmética saídas do Ministério de Educação.

É preciso começar a limpar a casa, não se podendo mudar fisicamente mudam-se nas aparências.

Comentário meu: O homem da imagem faz atendimento no CAT.

Liga-nos! Liberta a dúvida que há em ti!

A segunda coisa que mudou foi a aparência da Senhora DREN, ficando agora muito mais charmosa.

Logo que consiga prova desse novo visual coloco neste espaço, por enquanto fica a imagem antiga para podermos depois comparar.

margarida moreira

MM

Muito mais gira, não acham? 
Estas foram tiradas a seguir ao momento que o jovem diz que os alunos andam com as hormonas aos saltos.
 mm2
  
mm4 
Graças ao meu MEO consegui estas fotos. (já vão duas! eu depois mando estes links para ver se tenho um descontito)

Médicos Titulares?

Recebi por mail e parece-me elucidativo.

Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc).
           Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.
           A carreira seria dividida em duas: médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e médico.
           A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.
           O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc. A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética…
           Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos ‘especialistas’ na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
           A questão é saber se consideram aceitável o modelo? Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?